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Semana da Asa 2017 apresenta:

VOANDO ALTO PELA EDUCAÇÃO

Educação como base para o desenvolvimento do setor aeronáutico no Brasil.

Hoje uma das maiores empresas aeronáuticas do mundo, a Embraer foi fundada em 19 de agosto de 1969, na cidade de São José dos Campos (SP), como companhia de capital misto e controle estatal.

Privatizada em dezembro de 1994, ampliou sua base global de clientes e atualmente atinge cerca de cem companhias aéreas, em mais de sessenta países. Desafiando o impossível e abraçando cada oportunidade, desde a sua criação a Embraer construiu o inimaginável nos mundos da aviação comercial, executiva e de defesa e segurança, transformando-se em um ícone de design, engenharia imaginativa e tecnologia.
No entanto, voar tão alto e com desempenho de excelência só foi possível graças a uma série de iniciativas educacionais que forneceram as bases necessárias para consolidar a vocação nacional no setor aeronáutico.

Instituto acessível: O conteúdo do vídeo apresenta imagens de projetistas Embraer e também sobre 1º voo do Bandeirante.

O Instituto Embraer – responsável por definir e realizar o investimento social da Companhia e cujo foco prioritário é a educação – atua continuamente em consonância com a agenda dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). Nesse sentido, e buscando apresentar a relevância da educação para o papel protagonista do Brasil no desenvolvimento de tecnologias aeroespaciais, elegeu o ODS# 4 EDUCAÇÃO DE QUALIDADE como tema da Semana da Asa 2017.


Convidamos todos a conhecerem e a multiplicarem os sonhos e valores de nobres pioneiros e de instituições que ousaram fazer diferente, buscar o novo e construir um futuro melhor para a nossa sociedade.

Visite aqui também a Semana da Asa 2016 – Mulheres na Aviação (ODS#5 IGUALDADE DE GÊNERO).

EDUCAÇÃO:
UMA AGENDA DE TODOS

O ODS #4 e as metas a ele associadas reconhecem que a educação é fundamental para o sucesso de todos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. (Fonte: Reprodução)

No entanto, em todo o mundo ainda existem mais de 700 milhões de analfabetos e cerca de 58 milhões de crianças fora da escola primária. Os números alarmantes e o entendimento da educação de forma holística como direito humano fundamental para o exercício de todos os direitos, impulsionaram a criação de metas que visam a potencializar o desenvolvimento dos indivíduos – e a consequente transformação social – por intermédio da educação formal.

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ACORDOS PELA EDUCAÇÃO

Os ODS são de natureza vinculante, o que significa que, para que sejam cumpridos é preciso que cada país – com a participação multilateral de atores diversos, incluindo empresas – conduza a agenda por meio de políticas locais, promovendo meios de implementá-las no âmbito nacional.

BRASIL

No Brasil, os desafios para o cumprimento do objetivo são expressivos. Ainda que cerca de 17% do orçamento nacional seja dedicado à educação – em parte impulsionado pela Constituição de 1988 -, o país ainda ocupa a 60ª posição de um ranking composto por 76 países listados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).  Este dado demonstra o grande hiato existente entre o desenvolvimento econômico e o efetivo desenvolvimento social.

30%

da população de 0 a 3 anos está inserida formalmente na Educação Infantil

1 Mi

de jovens estão fora das escolas no Ensino Médio

7%

dos estudantes formados no Ensino Médio possuem o conhecimento esperado em Matemática

24%

dos estudantes formados no Ensino Médio possuem o conhecimento esperado em Português

A educação está prevista no art. 205 da Constituição Federal de 1988 como direito social fundamental. O documento também determina que, para garantir o atendimento a esse direito, deve haver valores de aplicação mínima destinados pelos entes federativos às despesas com a funções educacionais.

Considerando a necessidade de aprimorar programas educacionais no Brasil, no início de 2016 foram retomadas as discussões sobre a elaboração de um currículo unificado em nível nacional para o ensino básico. Alguns pesquisadores acreditam que o efeito poderá ser positivo, mas ainda é difícil fazer qualquer afirmação.

O fato é que a educação é a chave necessária para uma nação se desenvolver de maneira efetivamente sustentável, contemplando as três frentes que este conceito determina: econômica, ambiental e social.

O Instituto Embraer compartilha dessa crença. Entende, ainda, que promover práticas voltadas à educação – estimulando um ambiente colaborativo entre setor privado, sociedade civil e poder público – é o meio mais eficaz para a transformação individual e coletiva.

Por isso, elencamos alguns exemplos inspiradores de projetos educacionais – como a criação do Centro Técnico de Aeronáutica (hoje Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial) e do Instituto Tecnológico de Aeronáutica – além de ações da própria Embraer, como por exemplo os Colégios Embraer, que tem a educação como parte integrante do seu DNA.

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A CRIAÇÃO DO ITA E DO DCTA

Foto: Construção CTA ITA / Fonte: Reprodução

’É tempo, talvez, de se instalar uma escola de verdade em campo adequado. (…) Os alunos precisam dormir próximo à escola ainda que, para isso, seja necessário fazer instalações adequadas. (…) Margeando a Central do Brasil, especialmente nas mediações de Mogi das Cruzes, avistam-se campos que me parecem bons. ’’

Alberto Santos Dumont. O que eu vi, o que nós veremos. 1918.

Foto: Alberto Santos Dummont em trabalho de campo / Fonte: Reprodução

Ao escrever essas palavras, Santos Dumont profetizou e inspirou a realização de uma das maiores iniciativas educacionais do Brasil: o Instituto Tecnológico de Aeronáutica.
Para contar essa história, no entanto, é importante falar sobre outro grande visionário do setor aeronáutico.

CASIMIRO MONTENEGRO FILHO

Casimiro Montenegro Filho nasceu em Fortaleza, Ceará, em 1904 – dois anos antes do histórico primeiro voo do 14-bis de Santos Dumont.  Mudou-se para o Rio de Janeiro (RJ), aos 19 anos, onde ingressou no Exército Brasileiro para se graduar na primeira turma de Aviação Militar.  Alguns anos depois, participou ativamente da Revolução de 1930, defendendo ideais de modernização e industrialização que acreditava necessários para transformação do país. Ao fim do movimento, retornou às atividades militares como piloto instrutor de voo.

Casimiro Montenegro jovem. / Fonte: Reprodução

Foi nessa função que, junto com o então Major Eduardo Gomes e o Tenente Antonio Lemos Cunha, idealizou a criação de um Correio Aéreo Militar, que visava a integração nacional por meio de pontes aéreas. O projeto, que já indicava a personalidade visionária do aviador, foi formalizado com a criação do Correio Aéreo Nacional em 12 de junho de 1931.

Foto: Correio Aéreo Nacional. / Fonte: Agência Força Aérea.

No mesmo ano, foi nomeado Comandante do Núcleo do 2º Regimento de Aviação em São Paulo (SP), onde construiu a primeira pista de pouso asfaltado do Brasil, no Campo de Marte. Em 1938, já com o posto de Major, ingressou na primeira turma do Curso de Engenharia Aeronáutica da Escola Técnica do Exército (hoje Instituto Militar de Engenharia), no Rio de Janeiro.

Escola Técnica do Exército do Rio de Janeiro. / Fonte: Acervo do ITA.

Em 1941, por decreto assinado pelo então Presidente Getúlio Vargas, foi criado o Ministério da Aeronáutica. A criação da pasta foi oportuna para os ideais de Casimiro – que já tinha convicção da necessidade de investir em educação especializada para estimular avanços técnicos no setor.  Foi neste período, com a patente de Tenente-Coronel e Engenheiro Aeronáutico, que Casimiro assumiu a Subdiretoria de Técnica Aeronáutica do Ministério.  E, em 1943, por conta do exercício desse cargo, visitou os Estados Unidos para negociar fornecimento de materiais.

Montenegro realizou uma visita previamente agendada à base aérea de Wright Field, em Ohio, e depois, por sugestão de um colega, conheceu o Massachusets Institute of Technology (MIT), em Boston. Foram dezenas de dias percorrendo salas de aula, laboratórios e centros de pesquisa. Maravilhado com o que vira, antes de mesmo de retornar ao Brasil, já escrevia para seus superiores apresentando propostas para um grandioso projeto similar.

Em seu retorno, Casimiro Montenegro travou verdadeira campanha ministerial, mas o cenário não era o mais convidativo. O Brasil da década de 1940 era essencialmente agrícola e com uma indústria ainda muito incipiente. Além disso, o país ocupava-se da recém-criada Força Expedicionária Brasileira, instituída por Getúlio Vargas com o objetivo de enviar soldados para a 2ª Guerra Mundial, na Europa.

Era necessário traçar um plano muito bem definido, e com apoiadores de renome.

O SONHO QUE DECOLA

No início de 1945, com a patente de Coronel Aviador, Casimiro Montenegro Filho retornou aos Estados Unidos. O objetivo era apresentar ao professor Richard Hebert Smith, chefe do Departamento de Engenharia Aeronáutica do Massachusets Institute of Technology (MIT), o plano que elaborara no último ano, após sua primeira visita ao Instituto.

Casimiro acreditava que o endosso do renomado professor – à época também consultor do governo norte-americano em tecnologia aérea – seria estratégico para a causa. Mas, para sua frustração, o encontro não aconteceu. Como o Prof. Smith viajava a trabalho e Montenegro precisava retornar ao Brasil, deixou extensa carta aos cuidados de um grande entusiasta do plano, Major Nascimento Leal. Um pouco antes de seu retorno ao Brasil, no entanto, Casimiro recebeu positivo retorno do Prof. Smith. Além de elogiar a iniciativa, o acadêmico colocara-se à disposição para ir ao Rio de Janeiro e apoiar na criação do ‘’MIT brasileiro’’.

De volta, Casimiro Montenegro propôs ao Ministro da Aeronáutica, Salgado Filho, a contratação temporária do Prof. Smith, por um período de seis meses. O objetivo era utilizar todo o conhecimento do americano para pavimentar a criação da escola.  Em junho de 1945, Smith chegou ao Brasil e não parou. Visitou diversas instituições de ensino, especialmente no Rio de Janeiro e em São Paulo, além de estudar profundamente a estrutura de cursos civis e militares no setor aeronáutico. Após intenso trabalho de campo, reuniu-se com Casimiro para estruturar o que ficou conhecido como ‘’Plano Smith-Montenegro’’.

Cartao de Imigraçao de Richard Harbert Smith. / Fonte: Reprodução.

Eles ousaram sonhar alto. O audacioso plano contemplava a criação de uma escola, denominada Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), para a formação de engenheiros capazes de atuar na aviação militar e também civil. O Instituto deveria fazer parte de um Centro Técnico de Aeronáutica (CTA), estruturado com laboratórios e áreas para ensaios que permitissem o pleno desenvolvimento tecnológico do país. Além das especificações físicas do projeto, Smith foi enfático com outra condição: a despeito da subordinação ao Ministério da Aeronáutica, o ITA precisaria ter plena autonomia acadêmica. Mais que isso, deveria ter um reitor civil, eleito pelo corpo docente.

’o Brasil só poderá tornar-se independente das outras nações pela criação de escolas superiores nos campos de engenharia aeronáutica e pela instalação de laboratórios de alto padrão científico. ’’

Prof. Smitht na conferência ‘’Brasil, futura potência aérea’’.

ONDE POUSA A EDUCAÇÃO

Em agosto de 1946, Casimiro Montenegro Filho determinou que São José dos Campos (SP) seria o município que abrigaria as duas instituições. Obviamente a escolha fora pautada por diversos elementos técnicos como o clima ameno, a proximidade com grandes centros industriais, a facilidade de acesso, entre outros. Mas era inevitável não associar à frase de Santos Dumont, que previra uma escola aeronáutica exatamente neste local, ‘’margeando a Central do Brasil, especialmente nas mediações de Mogi das Cruzes’’.  Não poderia ser mais auspicioso.

Após a escolha do local – firmada com a doação de um enorme terreno pela prefeitura de São José dos Campos -, a recém-criada Comissão de Organização do Centro Técnico de Aeronáutica (COCTA) tinha o desafio de iniciar as construções.  Depois de rigorosa seleção técnica, o projeto de Oscar Niemeyer foi selecionado para projetar o campus. A escolha sofreu o veto do presidente Eurico Dutra devido ao envolvimento do arquiteto com o Partido Comunista. Casimiro, contudo, acreditava que se Niemeyer era o candidato mais qualificado, deveria assumi-lo, a despeito de qualquer divergência política – a criação de um centro educacional de excelência era de interesse maior e as questões partidárias não poderiam interferir.  Ele pediu então a Niemeyer para encontrar um arquiteto que se dispusesse a assinar os desenhos.

Os trabalhos relativos à instalação do Centro Técnico Aeroespacial (CTA) começaram em 1948 e o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), criado pelo Decreto nº 27.695de 16/01/50, tornou-se a primeira unidade a se estabelecer.  O Prof. Richard Smith foi escolhido como o primeiro reitor do Instituto que, em seus primeiros anos, contava com docentes de mais de 16 nacionalidades. Para trabalhar com os professores estrangeiros dos anos iniciais e substituí-los ao longo do tempo, o Ministério da Aeronáutica passou a contratar professores brasileiros.

Iniciava-se ali um projeto referência de educação superior.

EDUCAÇÃO QUE FAZ VOAR

Conforme previra Casimiro Montenegro Filho, a criação de um ambiente de excelência educacional era o que faltava para dar asas à engenharia criativa e a grande capacidade inventiva do brasileiro.

Já em seus primeiros anos de funcionamento, o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) foi cenário de grandes projetos. Um exemplo é o chamado Convertiplano – projeto híbrido de aeronave de decolagem e aterrissagem vertical, como um helicóptero, e desempenho horizontal como um avião. No mesmo período, docentes e alunos criaram o Beija-Flor, primeiro helicóptero desenvolvido no Brasil.

Fotos e desenhos dos projetos Beija-Flor e Convertiplano. Fonte: Reprodução.

O mais emblemático dos projetos, o IPD-6504, posteriormente denominado Bandeirante, também nasceu neste ambiente. Era o começo de outra grande história.

Para além dos projetos experimentais, a influência do CTA e do ITA foi determinante para a criação de um núcleo de profissionais altamente qualificados e de firmas de engenharia em São José dos Campos (SP).  Em 1960, a Sociedade Construtora Aeronáutica Neiva (adquirida pela Embraer em 1980) transferiu suas instalações de projeto para o município, tendo à frente o importante projetista Joseph Kovacs.  Outras empresas aeronáuticas foram fundadas na região por ex-alunos do ITA como, por exemplo, a Avibras e a Aerotec, que se destaca pela criação do monomotor Uirapuru.

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A CRIAÇÃO DA EMBRAER

Uma pesquisa realizada pelo Centro Técnico Aeroespacial (CTA) revelou a importância de se produzir aeronaves de passageiros de médio porte, considerando as necessidades do segmento de aviação regional no Brasil. Isso porque as linhas áreas serviam apenas 45 comunidades brasileiras na década de 1960, em comparação com 360 da década anterior.

“Não sonhe grande, sonhe enorme!”

Ozires Silva. Fundador da Embraer.

Mediante estes dados, o Coronel Ozires Silva, então chefe do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento (IPD) do CTA e engenheiro aeronáutico formado pelo ITA, vislumbrou a oportunidade de produzir no Brasil uma aeronave de passageiros turboélice que atendesse a demanda nacional, mas que também pudesse obter êxito comercial em outros mercados. Em 12 de junho de 1965, o projeto IPD-6504, foi aprovado pelo Ministério da Aeronáutica. Com números grandiosos e a colaboração de diversos parceiros, foi possível construir o primeiro protótipo do Bandeirante – nome escolhido pelo Brigadeiro Paulo Victor da Silva, então  diretor do CTA.

Pouco mais de três anos e 110 mil horas de projeto, 12 mil desenhos de fabricação, 22 horas de cálculo e 282 mil horas de fabricação do avião e de seu ferramental tornaram o sonho realidade. O Bandeirante voou pela primeira vez em 22 de outubro de 1968, em São José dos Campos (SP). Tanta pesquisa valera a pena.

O sucesso técnico de engenharia e design, aliado ao grande potencial de comercialização da aeronave, motivaram a fabricação em série do Bandeirante. Para viabilizar sua produção, a Embraer foi criada em 19 de agosto de 1969.

COMPROMISSO COM O CONHECIMENTO

A indústria aeronáutica apresenta uma combinação de características estruturais que a tornam especial: longos ciclos de maturação no desenvolvimento de produtos, tecnologias de vanguarda e força de trabalho com alta qualificação. Sua implantação nacional também configura como agenda estratégica, dado os significativos retornos que proporciona: além da contribuição ao desenvolvimento econômico-social de um país, a produção de produtos de alto valor agregado representa o poder multiplicador e nucleador de novas tecnologias.
O fato de ter nascido em um ambiente pautado pela busca do conhecimento fez com que a educação se tornasse parte integrante do DNA da Embraer. É fato também que o êxito da Companhia em uma atividade que poucos países detêm o domínio do ciclo completo se baseia neste pilar fundamental.

Desse modo, a educação é um valor incorporado em todas as ações. Um exemplo foi o curso supletivo de primeiro e segundo grau que a Embraer criou na década de 1980, em parceria com o Ministério da Educação (MEC), e que formou centenas de funcionários. Vinte anos depois, a Companhia criou dois grandes programas corporativos de educação: o Programa de Especialização em Engenharia (PEE) e o Programa Projetista Embraer (PPE).

O PEE, também chancelado pelo MEC, é um mestrado profissional que tem como objetivo capacitar engenheiros recém-formados para atuarem nas áreas de engenharia de desenvolvimento do produto e processos da empresa. Ministrado em parceria com o Instituto de Tecnologia Aeroespacial (ITA), é oferecido gratuitamente e, desde 2001, já formou mais de 1.400 engenheiros. O PPE, por sua vez, investe na formação de 30 técnicos ou tecnólogos por ano, visando a capacitação dos profissionais como projetistas aeronáuticos.

Quando a Embraer decidiu concentrar os investimentos sociais debaixo de um instituto, ficou evidente qual deveria ser o foco prioritário. Criado em 2001, o Instituto Embraer de Educação e Pesquisa atua com programas voltados para educação, tendo como base três frentes de atuação: educação, engajamento com a sociedade e preservação da memória.

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Os destaques são os Colégios Embraer – Juarez Wanderley e Casimiro Montenegro Filho, localizados respectivamente em São José dos Campos e Botucatu, que oferecem gratuitamente as três séries do Ensino Médio em período integral para alunos egressos da rede pública de ensino e que se enquadram em critério socioeconômico estabelecido pelo Instituto Embraer. Além da bolsa integral de estudo, os Colégios Embraer também fornecem uniformes, materiais didáticos, alimentação e transporte. O Colégio Juarez Wanderley, criado em 2002, atende a 600 estudantes no Vale do Paraíba, e o Colégio Casimiro Montenegro atende a 360 alunos na região de Botucatu. Os projetos prevêem 10 horas/aula diárias nas três séries do ensino médio. O método adotado foca na excelência acadêmica e na orientação profissional, por meio da educação socioambiental e cultural e é fator chave para o alcance de altas taxas de aprovação em vestibulares de universidades públicas e privadas. Todos os alunos são selecionados em processo independente, composto por prova de conhecimentos e redação.

Instituto acessível: Vídeo com uma revoada de pássaros contendo o manifesto do Instituto Embraer.

“Voar alto. Desafiar a gravidade.
Projetar para cima e para frente desafios que nos levam do presente para o futuro.
Dos sonhos à realidade.
É isso que fazemos: Voamos alto.
Ao voar alto, enxergamos o mundo como um todo.
E é nesse todo que queremos gerar um impacto positivo.”

E depois de anos acreditando na educação como elemento chave para o desenvolvimento tecnológico e social, a Embraer colhe os frutos disso sendo uma das maiores companhias do setor aeronáutico no mundo, vivendo pelos desafios que a cada dia a impulsionam para voar mais alto.

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